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segunda-feira, 4 de junho de 2007

Alcoa cria “Rede do bem”, um site para incentivar ainda mais o voluntariado entre os funcionários

O voluntariado faz parte da agenda de compromissos dos funcionários e colaboradores da Alcoa. Como este tipo de ação já se tornou hábito há muito tempo na Companhia, o trabalho voluntário conseguiu ultrapassar as fronteiras da Empresa. Desde o último dia 22 de maio, essas atividades já podem ser compartilhadas com outras pessoas pelo site www.rededobemalcoa.com.br.

Por meio do site é possível registrar e documentar as centenas de ações sociais desenvolvidas exclusivamente pelos funcionários e colaboradores da Empresa. "É uma fonte de bate-papo, inspiração, esclarecimento de dúvidas, testemunho de momentos especiais, enfim, um canal para conversar sobre tudo o que acontece na vivência de quem é voluntário e daqueles que pretendem ser", descreve Suzana Sheffield, vice-presidente do Instituto Alcoa.

O participante tem à disposição um espaço na rede (blog pessoal) para criar e administrar suas próprias ações voluntárias, compartilhando conhecimento e oportunidades. Todos podem divulgar as idéias e projetos, relatar suas experiências, participar de fóruns, convidar outros participantes, promover encontros, conhecer ações desenvolvidas por outros voluntários e pelo Instituto Alcoa, além de receber informações sobre a própria Rede do Bem Alcoa. "A idéia é prestigiar nossos voluntários com um espaço inovador, onde eles são os protagonistas", conta Suzana.

O site está aberto apenas para os funcionários e colaboradores da Alcoa para troca de experiências e relatos, mas todas as pessoas podem acessar o site para conhecer um pouco do trabalho realizado pelo time da Alcoa.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Instituto Criança é Vida patenteia a eficácia de seus projetos na mídia

Graças ao apoio voluntário de agências de publicidade, produtoras, profissionais e artistas, desde segunda-feira, 14 de maio, está no ar uma campanha em prol do Instituto Criança é Vida, com filme para TV, spot de rádio e anúncios em revistas.

O objetivo das peças, segundo afirma a diretora do Instituto Criança é Vida, Regina Stella Schwandner, em comunicado à imprensa, é dar visibilidade ao sucesso da entidade e ao seu aniversário de 10 anos para, além de enfatizar, para quem tem interesse em ajudar, que existem modelos prontos de projetos sociais na área de educação em saúde para crianças, facilmente replicáveis e com grande potencial de resultados.

A campanha foi criada pela agência Futura!dcr e produzida pela WN Produções. Os espaços gratuitos na mídia foram conquistados pela Africa.

O filme de 30 segundos mostra o músico Toquinho cantando a faixa-título do CD Criança é Vida, desenvolvido pelo instituto. Em seguida aparecem crianças de entidades atendidas pelos projetos da casa, com um off explicando o que é o instituto. A assinatura final destaca o logo e o site do instituto.

Cederam espaço graciosamente as emissoras Bandeirantes, SBT, TV Cultura, Globosat, TNT, Sony, Discovery, Fox e Warner; bem como as rádios Nativa FM, Tupi FM, Alpha FM, Gazeta FM, Antena 1 FM e Nova Brasil FM. Na mídia impressa, também colaboram com o eforço as revistas Época, Época Negócios, Marie Claire, Criativa, Quem, Caras e IstoÉ.

O instituto

Voltados para a educação em saúde de comunidades de baixa renda, os projetos do Instituto Criança é Vida estão prontos e abertos às empresas que desejam atuar na área de saúde usando uma metodologia já testada e que efetivamente promove uma melhoria na qualidade de vida da população.

Em 2006, o Instituto Criança é Vida atendeu 19.359 famílias, treinou 678 agentes de saúde e voluntários e realizou projetos em 109 instituições.

Um dos seus novos projetos, denominado Educação Sexual, promete ser mais um sucesso, já tendo sido listado pela Bolsa de Valores Sociais da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) para receber recursos de investidores sociais. Desenvolvido em parceria com o ProSex (Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP), o trabalho é voltado para crianças e pré-adolescentes, sendo apresentado para estudantes de instituições da Zona Sul da cidade de São Paulo.

O Criança é Vida é uma iniciativa do empresário Gian Enrico Mantegazza, presidente da Mantecorp Indústria Química e Farmacêutica Ltda, com parceria e o apoio de 16 empresas, entre elas a Unimed Seguros e a Central Nacional Unimed.

A Mantecorp e a Schering-Plough, mantenedoras do instituto, possuem duas frentes de trabalho: uma em São Paulo, com 102 voluntários; e outra no Rio de Janeiro, com 59 voluntários.

Ficha técnica da campanha

Anunciante: Instituto Criança é Vida
Agência: Futura!dcr
Criação: Nicolla Raggio e Márcio Alonso
Direção de criação: Nicolla Raggio
Produtora do filme: WN Produções
Direção do filme e fotografia: Ronaldo Del Vecchio
Produção de som: WN Produções
Atendimento: Augusto Diegues
Aprovação pelo cliente: Regina Stella Schwandner

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Empreendedorismo social cresce no País e atrai universitários

As férias de verão de 2000 foram inesquecíveis para a então estudante de Comunicação Social da Universidade São Judas Tadeu, Valéria Camargo. Na companhia de outros 11 estudantes de disciplinas diversas dessa mesma instituição de ensino superior paulistana, ela passou 21 dias em Jaramataia, um pequeno município localizado no estado do Alagoas. O intuito, porém, estava bem longe daquele buscado por dez entre dez turistas que se deslocam ao Nordeste todos os anos em busca de sol, sombra (quando possível) e água fresca. O objetivo principal era estreitar o contato com a realidade da população local. Em contrapartida, desenvolveriam atividades para dar dicas aos nativos, principalmente crianças e jovens, sobre sexualidade, saúde e higiene, aulas de inclusão digital e artesanato, além de atividades de esporte e lazer.

Mas o que leva um grupo de jovens, cujas idades variam dos 20 aos 30 anos, a trocar a oportunidade de aventura ou descanso em algum lugar paradisíaco a ficar tanto tempo fora de casa, em uma cidade com um dos piores IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do País? "O fato é que a maioria das pessoas tinha um espírito empreendedor, com vontade de ajudar o próximo e mudar o mundo, o que é típico dos mais jovens", explicou Valéria. A frase ilustra uma tendência de um movimento que cresce a cada ano entre muitos jovens universitários brasileiros: o empreendedorismo social. O conceito, apesar de não ser novo, envolve uma série de ações - sociais, ambientais, educativas, etc - cujo objetivo é levar mais qualidade de vida às pessoas que vivem em situações muito piores do que as nossas. Não existem fns lucrativos, tampouco a prática de atos por puro assintencialismo.

A viagem descrita acima foi apenas mais uma das organizadas pela associação civil Universidade Solidária. A UniSol, como é chamada, foi criada em 1995 com a missão de promover a vivência e a troca de conhecimentos entre estudantes universitários e comunidades pobres de todo o País, por meio de projetos sociais. "A UniSol foi criada a partir de dois pressupostos. O primeiro, o de que as universidades exploram pouco o lado prático dos estudantes, no sentido de formar cidadãos preparados para enfrentar a realidade fora da sala de aula. Ao mesmo tempo, essas instiuições produzem conhecimentos que não estão nos livros. Queríamos criar contato entre os dois mundos", falou ao Universia a superintendente-executiva da UniSol, Elisabeth Vargas.

Até hoje, a UniSol já mobilizou cerca de 20 mil estudantes, parcerias com 200 universidades em mil diferentes localidades espalhadas por todo o País. A UniSol estabelece parcerias com instituições públicas e privadas para o aporte dos recursos necessários para a implementação, acompanhamento e avaliação de programas e projetos sociais. É parceira do Fórum de Extensão das Universidades públicas, privadas e comunitárias e da Associação das Mantenedoras do Ensino Privado.

Conforme Elisabeth, ao longo desses doze anos de trabalho aconteceram mudanças estruturais. Uma delas é a própria absorção do conceito de empreendedorismo social. "No começo, não se falava em empreendedorismo, isso era coisa de empresário. Falava-se, sim, em criatividade, flexibilidade, ação. Os alunos desenvolviam soluções simples mas interessantes para os problemas que encontravam. Ao longo do tempo, a expressão 'empreender' passou a adquirir outro significado. Uma comunidade sofria com problemas de meio ambiente e analfabetismo. Quais as prioridades? Como empreender? Como tornar os projetos sustentáveis quando saíssemos dessa localidade? Vimos que precisávamos de ferramentas e começamos a montar planos de trabalho", descreve Elisabeth.

As mudanças levaram a uma aproximação maior da UniSol com as universidades, com a montagem de um manual, a criação de um curso especial e um trabalho de sensibilização junto aos alunos. Atualmente, a Unisol implementa de 40 a 50 projetos por ano. "O programa é 100% voltado para os estudantes que se engajam, voluntários, e os resultados acompanham a pessoa por toda a vida. O empreendedor social é alguém que se dedica a prestar atenção na realidade que está vivendo, nos mínimos detalhes", conta.

A radialista Valéria Camargo concorda, mas defende, também, que é fundamental que as universidades proporcionem aos estudantes a chance de conhecer outras culturas e de poder contribuir para, de alguma forma, tentar mudar a realidade das pessoas mais carentes. "Acredito que deveria haver mais divulgação sobre projetos desse tipo. São muitos os estudantes que passam pela universidade sem nem tomar conhecimento dessas atividades extracurriculares, que são uma boa oportunidade para aplicar o que se aprende em sala de aula. O papel da universidade, em ações de responsabilidade social, não pode se limitar à manutenção de escritórios jurídicos e consultórios de psicologia com atendimento gratuito. É preciso que o aluno tenha a chance de sair do ambiente universitário para colocar em prática certas ações", finaliza.

Fomento ao empreendedorismo

O empreendedorismo social é a grande razão de ser da Ashoka, uma ONG (Organização Não-Governamental) surgida há 26 anos na Índia e que, além do Brasil, desenvolve projetos em mais de 60 países ao redor do globo. "Os criadores da Ashoka tinham o sonho de transformar o social, de ver o terceiro setor nivelado em eficiência com o setor privado, passar de uma área assistencialista para o desenvolvimento de idéias de alto impacto e inovação. A idéia principal é saber se existem empreendedores na área social, e nisso somos pioneiros. Buscamos pessoas com perfil empreendedor, idéias bacanas de transformação social e comprometidas a levar isso adiante", explicou a coordenadora dos programas de juventude da ONG, Olívia Martin, espanhola radicada no Brasil.

Olivia explica que a Ashoka trabalha em três diferentes pilares. O primeiro é o investimento e o apoio ao empreendedorismo social. São mais de 1800 empreendedores ao redor do globo - 265 deles no Brasil. Os projetos propostos passam por uma banca examinadora e os melhores ganham uma bolsa de financiamento por três anos. Outro pilar de atuação é o fomento à conexão em rede. "Existem muitos projetos, em diferentes áreas, como saúde, meio ambiente, educação, responsabilidade social, mas há ponto de sinergia entre eles. A troca de informações entre os empreendedores pode influenciar nas políticas públicas", resume Olívia. Por ano, a Ashoka seleciona, em média, 18 novos empreendedores sociais no Brasil, que fortalecem a rede e colocam a organização na liderança do trabalho com empreendedorismo para a transformação social.

A Ashoka (a palavra tem sua origem no sânscrito e significa "ausência ativa de tristeza") também garante apoio estratégico aos projetos, com a ajuda na montagem de um plano de negócios social. Os financiamentos da ONG são diversos: vão desde doações de empresas e pessoas físicas a parcerias estratégicas - a Mackinsey Consultoria é uma delas. A Ashoka trabalha com diferentes iniciativas globais que são "exportadas" para outros países.

Um dos mais importantes projetos no braço brasileiro foi criado há menos de um ano e já é uma das menina-dos-olhos da ONG: o projeto Geração MudaMundo. "A idéia é gerar mudanças na cultura de respnsabilidade social por parte dos jovens. Buscamos a experiência de transformá-los em adultos mais conscientes, com senso de responsabilidade social e análise crítica", resume Olívia.

Voltado para jovens de até 24 anos e contando com a participação de muitos universitários, o Geração MudaMundo busca projetos com impacto social positivo nas comunidades carentes. O financiamento é de R$ 1,5 mil para cada empreendimento social. Com menos de um ano, já são aproximadamente 60 projetos em atuação, a maioria concentrada em São Paulo e Santa Catarina. Um dos projetos ligados ao MudaMundo partiu de uma universidade: é o "Conexão Social", uma rede de estudantes universitários que tem como intuito ativar o potencial do aluno da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas de São Paulo) como agente transformador da sociedade proporcionando inspiração, integração, livre pensar e a oportunidade de atuar.

Quem também trabalha com o conceito de empreendorismo social no Brasil é o Instituto Elos, uma ONG fundada no ano 2000 por um grupo de arquitetos da cidade de Santos, litoral de São Paulo. O Elos tem o lema de que todo mundo quer e pode transformar o mundo, e se dedica a criar oportunidades para que qualquer pessoa possa contribuir voluntária e cooperativamente para a construção de um mundo mais pacífico e pleno para todos. Promove ações junto à comunidades para a transformação da realidade física e social de seus ambientes, como favelas, cortiços e comunidades caiçaras do litoral paulista. Paralelamente, atua no treinamento de talentos comunitários locais e de líderes jovens de todo o Brasil e América do Sul para que sejam agentes multiplicadores destas transformações em suas próprias localidades.

Se você também tem um projeto de cunho social e deseja tirar sua idéia do papel, ou ainda tem interesse em se juntar a um grupo de jovens que atuem em alguma área do terceiro setor, os contatos das instiuições são: Universidade Solidária (www.unisol.org.br); Ashoka (www.ashoka.org.br ou www.gmm.org.br); e Instituto Elos (www.institutoelosbr.org.br).

sábado, 12 de maio de 2007

Por que fazer pesquisa com responsabilidade social?

Ações de âmbito social são valorizadas em concursos e pela sociedade

A Ciência é fruto de um dos elementos mais essenciais do ser humano: a necessidade de conhecer. Ainda nas primeiras civilizações, antes mesmo do homo sapiens, nosssos ancestrais já nutriam o desejo de construir, pelo conhecimento, uma vida melhor. Tanto na tradição judaico-cristã como na greco-romana, as habilidades naturais do ser humano parecem insuficientes, o que nos impulsiona sempre um pouco mais além. Já não basta ser criaturas... temos de ser criadores. O tempo passou e a Humanidade continua sua busca por este ideal, que é a raíz da pesquisa científica. Além de usar o conhecimento na construção de um mundo melhor para si, o homem também passou a pensar em seu próximo. Assim, a pesquisa científica ganha contornos de responsabilidade social.

É fato que, hoje, boa parte dos trabalhos desenvolvidos pelos pesquisadores não estão essencialmente ligados à responsabilidade social, e isso não é recriminável. Porém, frente às transformações do mundo moderno e ao crescimento vertiginoso da industrialização, o homem passou a ser vítima de suas ações, seja pela desigualdade social ou em razão dos danos ao meio ambiente. Para reverter este quadro, nada mais justo que usar o conhecimento adquirido em prol do benefício da sociedade e da preservação da natureza.

Neste aspecto, ações de qualidade desenvolvidas com responsabilidade social são vistas com bom olhos tanto por especialistas como pela sociedade. "Na pesquisa científica e tecnológica com responsabilidade social, o homem põe o melhor de sua mente e de seu coração, sua racionalidade e emoção, na busca de um mundo melhor para seus semelhantes", afirma o professor da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) José Renato Coury.

Embora o caráter deste tipo de pesquisa não se sobreponha o de outros tipos de ação no mundo acadêmico - sejam elas para fins comerciais ou industriais -, atingem um patamar de importância na hora de disputar auxílios ou de concorrer a prêmios. "Evidente que cada vez mais tem-se dado ênfase à responsabilidade social. Pesquisas neste sentido, que exibam qualidade, sempre são significativas", destaca o secretário de Ciência e Tecnologia do Ceará, Hélio Guedes de Campos Barros.

Hélio Barros, que fez parte da comissão organizadora do prêmio Santander Banespa de Ciência e Inovação, revela que os projetos científicos inscritos no concurso foram avaliados sob os mais diversos aspectos, priorizando a excelência das expressões científicas, observando, é claro, critérios como sua aplicação prática, mas também, seus benefícios para a sociedade. Clique e confira os projetos contemplados com prêmios na categoria Ciência e Inovação.

Incentivo à pesquisa socialmente responsável

Atentos à necessidade de se fomentar projetos com foco na responsabilidade social, diversas instituições de apoio à pesquisa dispõem de programas específicos voltados para quem pretende desenvolver este trabalhos com esse tipo de preocupação. A Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), por exemplo, oferece o programa de Pesquisa em Políticas Públicas. Lançado em agosto de 1998, ele financia pesquisas voltadas ao atendimento de demandas sociais e visa a aproximação do sistema de Ciência & Tecnologia paulista com a sociedade.

O programa reúne institutos de pesquisa, universidades, organismos do setor público e instituições do terceiro setor como: cooperativas, fundações e organizações não-governamentais. Os projetos aprovados devem garantir a formação de uma parceria que assegure a utilização dos resultados da pesquisa na implementação de ações de relevância social. No entanto, o programa não é uma modalidade de apoio de fluxo contínuo e está condicionado à apresentação de propostas à vigência de editais.

Evidente que o estado de São Paulo não está sozinho nestas ações. Pesquisas de âmbito social têm sido alvo da atenção de pesquisadores, seja nas regiões Centro-Sul ou Norte e Nordeste do país. No Ceará, por exemplo, embora não se tenha um programa específico para o fomento de pesquisas com responsabilidade social, inúmeros institutos trabalham para o incentivo de pesquisas de políticas relevantes para o estado. A FUCEME (Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos) está entre as mais importantes do país no que diz respeito a estudos referente à água.

"Esta é uma questão extremamente importante para a região do semi-árido. Não há dúvida que é amplamente discutida e trabalhada pela Fuceme e por outras instituições cearenses", afirma Barros.

Apesar das preocupações específicas de cada região do país, de Norte a Sul, para especialistas, os estudos não devem, jamais, limitar-se às questões geográficas. Para eles, há que se investir em estudos em âmbito universal. Este é o caminho para que a Ciência continue a crescer e evoluir no Brasil como tem sido nos últimos anos. "Apesar de nossa grande preocupação com a água, que é determinante para a região, nossas perspectivas de pesquisa não são puramente provincianas. Temos ambições universais. Investimos em políticas públicas expressivas no segmento de Informática e medicamentos, entre outros setores, com tanta qualidade como nas pesquisas voltadas para nossas necessidades locais", conclui Barros.

É importante ressaltar que nas instituições de Ensino Superior brasileiras cuja concentração de pesquisadores é grande, a demanda de pesquisas científicas com este foco é expressiva, sejam elas realizadas em parceira com a iniciativa pública ou privada. Clique no link ao lado e confira duas pesquisas científicas elaboradas por pesquisadores de universidades brasileiras que têm foco na responsabilidade social.